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Fluxo

Sobre o Fluxo

A pergunta não é quanto sobrou. É quando você fica livre.

O Fluxo nasceu de um incômodo simples: apps de finanças são ótimos em contar o que já aconteceu com o seu dinheiro e péssimos em dizer para onde ele está te levando.

Por que o Fluxo existe

Abra qualquer app de finanças — os grandes do Brasil, o do seu banco — e ele faz muito bem a mesma coisa: conta o passado. Categoriza o extrato, desenha a pizza do mês, avisa que o delivery subiu 32%. Tudo verdade. E tudo inútil no instante em que chega, porque o dinheiro já foi.

É um retrovisor. Um retrovisor caprichado, com boa resolução, que mostra com perfeição a estrada que você já percorreu. O problema é que ninguém dirige olhando para trás — e ninguém decide o que fazer no sábado à noite com base num gráfico de terça-feira passada.

Retrovisor mostra de onde você veio. GPS diz se você está chegando. O seu dinheiro merece um GPS.

E tem uma pergunta que esses apps sequer aceitam como pergunta, embora seja a única que a maioria das pessoas está fazendo de verdade: quando eu paro de precisar trabalhar por dinheiro?

O Fluxo começa exatamente aí. Antes de qualquer gráfico, ele faz uma pergunta: qual renda passiva mensal te deixaria livre? A sua resposta vira um número — o patrimônio que gera essa renda — e esse número vira um caminho: a Jornada de Liberdade Financeira, dividida em etapas concretas, cada uma com uma lição e uma próxima ação. Não é uma meta de poupança solta num canto da tela. É o eixo do app inteiro.

Definida a meta, todo o resto muda de sentido. Um gasto deixa de ser fatia de pizza e passa a custar dias: o Fluxo mostra quantos dias cada categoria empurrou a sua liberdade para frente. Reais são abstratos; tempo de vida não é. A projeção de fim de mês chega antes do fim do mês, quando ainda dá para mudar o resultado. O simulador "e se" deixa você mexer no aporte e ver o prazo andar na hora — porque ansiedade sobre dinheiro quase sempre é falta de plano, não falta de disciplina.

Nada disso é tecnicamente impossível para os outros. É só uma decisão que eles não tomaram: a de organizar o produto inteiro em volta da sua meta, e não do seu extrato.

No que a gente acredita

Três regras decidem o que entra no app

Elas não são um pôster de parede. São o filtro que a gente usa toda vez que alguém tem uma ideia boa — e o motivo de várias delas terem ficado de fora.

Nada de culpa

O Fluxo nunca envergonha você. Não porque seja delicadeza — é que vergonha funciona mal: quem se sente julgado fecha o app, e quem fechou o app não organiza nada. O primeiro dever de um app de finanças é continuar sendo aberto.

Então aqui não existe repreensão. Existe consequência, dita em números honestos, sempre seguida de uma saída. Você gastou e isso custou dias da sua liberdade — e a próxima tela já é o que dá para fazer a respeito.

Todo recurso responde a uma pergunta

A pergunta é: isso aproxima a pessoa da liberdade dela? Se a resposta for não, o recurso não entra — por mais bonito de demonstrar que seja.

É um critério caro. Ele já matou ideias boas aqui dentro, e é ele que explica por que o Fluxo tem uma jornada com etapas em vez de uma coleção de gráficos: gráfico impressiona na primeira semana e não muda nada na décima.

LGPD desde o design

Privacidade não é um capítulo dos termos de uso escrito depois que o app ficou pronto. É uma decisão de arquitetura, tomada antes — e que custa trabalho.

O exemplo mais concreto: quando você conversa com o Fluxo, o que vai no prompt do modelo de linguagem são agregados — a etapa em que você está, os totais que importam para a resposta —, nunca o seu histórico bruto completo. Seria mais fácil despejar tudo e deixar o modelo se virar. Não é o que a gente faz.

Como o Fluxo se sustenta

Software não é de graça, e um app que conversa com você custa a cada conversa: toda resposta do "Falar com o Fluxo" é uma chamada paga a um modelo de linguagem. Preferimos dizer de onde vem o dinheiro a fingir que ele não vem de lugar nenhum. São duas fontes, e só duas.

Plano grátis

Com anúncios, e sem armadilha

Extrato, cartões e contas, orçamentos, metas, a trilha da jornada com progresso e conquistas: o suficiente para criar hábito de verdade, sem pagar nada.

Os anúncios são três blocos que rolam junto com o conteúdo — na Visão geral, no Extrato e em Orçamentos e metas. Nenhum popup, nenhum interstitial, nenhum banner flutuante, em nenhuma tela. E nenhum anúncio dentro da Jornada: o momento em que você para para pensar na própria liberdade não está à venda.

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14 dias de trial grátis

O tutor financeiro (lição e próxima ação personalizadas em cada etapa), o simulador "e se", o "Falar com o Fluxo" ilimitado e zero anúncios.

Zero mesmo: no Fluxo+ o slot de anúncio não existe na tela e o script da rede sequer é baixado. Cancelar é na mesma tela em que se assina, sem telefonema e sem ninguém tentando te convencer do contrário.

Por que essa divisão

Porque é a assinatura que banca a API da LLM. Um app que responde precisa de receita recorrente — não de um pagamento único e de uma promessa vaga de manutenção eterna. E porque a versão grátis precisa ser boa o bastante para ser usada por quem nunca vai pagar: não é isca, é o produto.

A alternativa óbvia seria fazer o dinheiro aparecer nos bastidores, vendendo o que a gente sabe sobre você. Não está na mesa. É exatamente por isso que existe um preço na etiqueta: a conta chega para alguém, e a gente prefere que seja para você — sabendo quanto é e pelo quê.

Contato

Falar com a gente

Dúvida, bug, pedido de recurso, ou um direito da LGPD que você quer exercer sobre os seus dados: escreve. Do outro lado tem gente lendo — não é uma caixa de sugestões que ninguém abre.